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MOSTARDA
Existem mais exemplos de fidelidade canina do que de amizade.
Alexander Pope
*?
†29/02/2008
Vira-lata que apareceu na minha rua e roubou meu coração. Eu o chamava de Mostarda; outros o conheciam como Pitoco.
Gisele
SolzinhoAdeus, solzinho querido,
Que silenciosamente roubou meu coração.
Você era a luz da minha rua,
onde um vazio agora impera.
Você conquistou a vizinhança,
e me fazia sorrir com seu jeitinho de ser.
Agora você pertence ao Céu,
e as estrelas soletram seu nome.
Parece que você viveu a vida
Como o sol que ilumina a Terra.
Nunca se apagando, mesmo com a chegada da noite,
ou com chuva torrencial (que você detestava!).
E os seus passinhos para sempre aqui ficarão
impregnados nas pedras da rua.
Sua luz se apagou muito antes do que devia,
e ainda assim para sempre brilhará.
O encanto se perdeu,
estes dias vazios sem os seus latidos,
para sempre sentirei sua falta,
meu cachorrinho querido.
E mesmo que tente,
a realidade me faz chorar,
e minhas palavras não conseguem expressar
a alegria que você trouxe para minha rua.
Parece que você viveu a vida
Como o sol que ilumina a Terra.
Nunca se apagando, mesmo com a chegada da noite,
ou com chuva torrencial.
E os seus passinhos para sempre aqui ficarão
impregnados nas pedras da rua.
Sua luz se apagou muito antes do que devia,
e ainda assim para sempre brilhará.
Adeus, solzinho querido,
Que silenciosamente roubou meu coração.
Você era a luz maior da minha rua,
onde um vazio agora impera.
Adeus solzinho querido,
de uma rua perdida sem a sua presença
que sentirá a falta da alegria que irradiava,
mais do que você jamais poderá saber.
Pitoco Mostarda
Bela canção em homenagem a um cão de rua:
Callejero
Alberto Cortez
Era callejero por derecho propio;
su filosofía de la libertad
fue ganar la suya, sin atar a otros
y sobre los otros no pasar jamás.
Aunque fue de todos, nunca tuvo dueño
que condicionara su razón de ser.
Libre como el viento era nuestro perro,
nuestro y de la calle que lo vio nacer.
Era un callejero con el sol a cuestas,
fiel a su destino y a su parecer;
sin tener horario para hacer la siesta
ni rendirle cuentas al amanecer.
Era nuestro perro y era la ternura,
esa que perdemos cada día más
y era una metáfora de la aventura
que en el diccionario no se puede hallar.
Digo "nuestro perro" porque lo que amamos
lo consideramos nuestra propiedad
y era de los niños y del viejo Pablo
a quien rescataba de su soledad.
Era un callejero y era el personaje
de la puerta abierta en cualquier hogar
y era en nuestro barrio como del paisaje,
el sereno, el cura y todos los demás.
Era el callejero de las cosas bellas
y se fue con ellas cuando se marchó;
se bebió de golpe todas las estrellas,
se quedó dormido y ya no despertó.
Nos dejó el espacio como testamento,
lleno de nostalgia, lleno de emoción.
Vaga su recuerdo por los sentimientos
para derramarlos en esta canción.
Veja um vídeo chileno com a música do compositor argentino