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Annie the Railroad Dog - Annie lived at the Mason Street station in Fort Collins,Annie's grave Colorado; was adopted in 1934 by workers of the Colorado & Southern Railway (they had found her sick and pregnant in Timnath), and used to greet the passengers who arrived at the station. She died in 1948 and her friends got a plaque made for her grave (a historical landmark nowadays) that reads: From C&S men to Annie, our dog, 1934-1948. There is an annual Annie Walk and her story was told on the book Annie The Railroad Dog, A True Story, by Arlene Ahlbrandt.

Português *** Portuguese

Annie, O Cão da Estação de Trem - Vivia na estação de trem de Mason Street em Fort Collins, Colorado; adotada em 1934 pelos homens da Colorado & Southern Railway (eles a encontraram prenhe e doente em Timnath), costumava receber os passageiros que desembarcavam na estação. Annie morreu em 1948 e seus amigos ferroviários mandaram fazer uma lápide para seu túmulo (hoje em dia, um marco histórico) com a inscrição: Dos funcionários da C&S para Annie, nossa cachorra. A estátua em sua homenagem  (esculpida por Dawn Weimer em 1998) fica em frente à Biblioteca Pública — ponto inicial, aliás, da Caminhada da Annie, que acontece todo ano. Sua história foi contada no livro Annie The Railroad Dog, A True Story, de Arlene Ahlbrandt.


Photo (statue) © roadsideamerica.com
Photo (grave) © coloradohistory-oahp.org



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Dedicated to the indomitable spirit of the sled dogs that relayed antitoxins 660 miles over rough ice, across treacherous waters, through Arctic blizzards from Nenana to the relief of stricken Nome in the Winter of 1925. Endurance, Fidelity, Intelligence.

Estátua de Balto em Nova IorqueBalto - In January 1925, an outbreak of diphtheria was threatening the lives of the people of Nome, Alaska, particularly Eskimo (Inuit) children, more vulnerable to this illness. The only serum that could stop the outbreak was in Anchorage, nearly a thousand miles (1,600 km) away. Isolated from everything by a blizzard and strong winds, the only way to get the medicine was by sled dogs. The serum was transported by train from Anchorage to Nenana; from there, more than 20 mushers helped to transport the medicine to Nome. The Siberian Husky Balto (named after Samuel Balto) was the leader of the dog team that arrived in Nome with the anti-toxin (Gunnar Kaasen being the musher), on February 2, after being survived the Topkok River on the Iditarod trail.

After the mission, unfortunately Balto and his companions were bought by Hollywood producer Sol Lesser (from musher Leonhard Seppala) to be exhibited in shows, which went on for 2 years, until the dog lover, Cleveland resident, George Kimble found them living in miserable conditions and, upon returning home, decided to campaign to take Balto to Cleveland. The children responded immediately to his claim and quickly money was raised to purchase the dogs. Balto and his companions were then donated to the Cleveland Zoo (March 1927). Balto died there on March 14, 1933, at 11 years old; his body was mounted and placed on display at the Cleveland Museum of Natural History.

Balto's history was made into animated movie, by Steven Spielberg; it had 2 sequels — Balto II: Wolf Quest and Balto III: Wings of Change.*

The 1925 serum run to Nome — also known as the Great Race of Mercy — is commemorated (since 1973) by the annual Iditarod Trail Sled Dog Race.**

Nowadays, many mushers consider Leonhard Seppala and his dog Togo to be the true heroes of the run as together they covered the longest and most hazardous part of the journey. There is a statue in his honor, also in New York, read about it here.

*The statue in Anchorage it is NOT Balto's; it honors sled dogs in general.
**Attention!

Humane Society of the United States-HSUS opposes the Iditarod in its current form: "...Iditarod mushers tout themselves as sports heroes while forcing their dogs to participate in a race that has witnessed dog deaths and injuries nearly every year since its inception."; "... the race forces the dogs to run too far and too fast in frequently grueling trail and weather conditions, and it exacts a severe, and sometimes fatal, toll on dogs' physical and psychological systems."
People for the Ethical Treatment of Animals-PETA: "We're totally opposed to the race for the cruelty issues associated with it."
American Society for the Prevention of Cruelty to Animals-ASPCA: "General concerns arise whenever intense competition results in dogs being pushed beyond their endurance or capabilities."


português

Balto taxidermizadoBalto - No inverno de 1925, uma epidemia de difteria abateu-se sobre a pequena Nome, no extremo Norte do Alasca, e não havia estoque de remédios suficiente, principalmente para as vulneráveis crianças esquimós acometidas pela doença. O problema é que a cidade estava isolada do mundo — nenhuma estrada chegava até lá, nem linha férrea; por mar, também se tornara impossível chegar até Nome, pois o Estreito de Bering estava congelado, e pelo ar, as terríveis tempestades de neve impediam que os aviões levantassem voo.

O único meio para transportar a preciosa carga de anti-toxina de Nenana (onde o soro chegou de Anchorage via trem) até Nome eram os trenós puxados por cães (mushing); e assim foi — mais de 20 condutores e diferentes bandos de cachorros percorreram cerca de 1000 quilômetros, numa corrida contra o tempo, sob intensas tempestades de neve.

Este esforço monumental pelas crianças de Nome foi acompanhado pelo mundo inteiro, via telégrafo, audiência que suspirou aliviada no dia 2 de fevereiro quando o condutor Gunnar Kaasen e seus cães — Husky siberiano Balto na liderança — chegaram na pequena comunidade e entregaram para o único médico da cidade, Dr. Curtis Welch, o precioso carregamento com as anti-toxinas.

Balto tornou-se um herói (na trilha Iditarod, chegou a salvar seu time da morte certa no Rio Topkok) e, infelizmente, uma celebridade. Ele seus companheiros caninos foram comprados pelo produtor de cinema Sol Lesser do condutor Leonhard Seppala (Seppala era o dono de Balto e não Kaasen), que, depois de explorar os cães em exibições pelo país e fazer apenas um curta-metragem sobre a história de Balto, o repassou para um pequeno empresário. Este, explorou os animais por quase um ano e meio, até que George Kimble, um amante de cães residente em Cleveland, Ohio, os encontrou sendo exibidos em um clube masculino de terceira categoria. Chocado em ver Balto preso a correntes num ambiente sujo e abafado, voltou para sua cidade e começou uma campanha para libertá-lo — o cachorro, que havia salvo muitas crianças, agora precisava da ajuda delas. Com o dinheiro arrecadado principalmente em escolas, Balto e seus companheiros foram comprados e levados para o Zoológico de Cleveland, onde foram recebidos como heróis. Balto morreu em 14 de março de 1933, aos 11 anos; seu corpo taxidermizado está no Cleveland Museum of Natural History.

Uma estátua de Balto, em homenagem ao esforço dos cães (esculpida por Frederick Roth) foi erguida no Central Park de Nova Iorque; inaugurada em 17 de dezembro de 1925, contou com a presença do próprio Balto. E sua história virou filme animado — uma produção realizada pela empresa de Steven Spielberg que teve duas sequências: Balto - Aventura na Terra do Gelo e Balto nas Asas do Destino.

Já a Corrida do Soro de 1925 até Nome — conhecida também como a Grande Corrida da Misericórdia — é comemorada todo ano (desde 1973) com a Corrida de Trenós da Trilha Iditarod.*

Hoje em dia, os mushers (condutores) consideram como verdadeiros heróis da Corrida do Soro Leonhard Seppala e seu cão Togo (também um Husky Siberiano), porque foram eles que enfrentaram a parte mais longa e perigosa da jornada. Togo foi homenageado com uma estátua, também em Nova Iorque; leia sobre ela aqui.


*Atenção! As mais importantes organizações protetoras dos animais americanas se opõe às corridas de trenós puxados por cães:

Humane Society of the United States-HSUS — "...Os condutores de Iditarod se auto-promovem como heróis do esporte, enquanto forçam seus cachorros a participar de uma corrida que já assistiu à ferimentos e até morte de cães em quase todos os anos desde seu início."

"... a corrida força os cães a correrem muito longe e muito rápido em uma trilha e condições climáticas frequentemente extenuantes e isto impõe um severo, às vezes fatal, fardo para os sistemas físico e psicológico dos cães."

People for the Ethical Treatment of Animals-PETA — "Nos opomos totalmente à corrida pela crueldade associada a ela."

American Society for the Prevention of Cruelty to Animals-ASPCA — "Preocupações surgem sempre que competições intensas resultam em cães sendo forçados além de suas capacidades e habilidades."


Photo (statue) © Sheena Chi



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Balto and Togo - Statues of the 1925 serum run to Nome's heroes.


Português *** Portuguese

Balto e Togo - Estátuas dos heróis da Corrida do Soro de 1925 no Zoológico Cleveland Metroparks, Cleveland, Ohio, Estados Unidos.

Photo © waymarking.com/



Il sauva la vie à 40 personnes. Il fut par le 41ème (He saved 40 people. He was killed by the 41st).

by petit mouvementBarry vom Grossen St. Bernard - Barry was born in a monastery Mounted Barryalong the Great St. Bernard Pass, in Valais, Switzerland, in 1800. Trained by the monks, he saved more than 40 people on the Swiss Alps, and made the St. Bernard breed famous around the world.

In 1812, Barry retired and was sent to Berne, Switzerland, where he died 2 years later; his mounted body is at the Natural History Museum in Berne, while his statue is in France, at the Cimetière des Chiens.

Português *** Portuguese


Barry vom Grossen St. Bernard -
Em 1050, foi fundada em Valais, Suíça, a Pousada do Grande São Bernardo e em 1660, os frades ganharam dos nobres cães para se protegerem da bandidagem local. Com o passar dos anos, os cachorros foram treinados para resgatarem pessoas soterradas pela neve (os monges criam São-bernados até hoje; as vendas de filhotes são uma importante fonte de renda).

Barry nasceu na pousada em 1800 e foi um herói — salvou mais de 40 pessoas (muitas vezes por conta própria), tornando a raça São-bernardo conhecida no mundo inteiro. Em 1812, "aposentou-se" e foi mandado para Berna, onde morreu dois anos depois (ao contrário da placa ao pé de sua estátua, que diz que ele foi morto pela "quadragésima primeira pessoa").

Seu corpo taxidermizado está na entrada do Museu de História Natural de Berna e a estátua em sua homenagem foi erguida no Cemitério de Cães de Asnières, localidade próxima a Paris, capital da França. Este cemitério, inaugurado em 1899, foi o primeiro em todo o mundo. Em 1987, o governo francês declarou o local monumento histórico; apesar do nome, estão enterrados lá cavalos, peixes, gatos e até mesmo um leão, que pertenceu a co-fundadora do local, a atriz e feminista Marguerite Durand. Rin Tin Tin está enterrado em Asnières.

Photo (statue) © petit mouvement

Curiosidade — o portão do Passeio Público de Curitiba é uma réplica exata do portão do cemitério canino francês:

AsnièresPasseio Público
   Asnières                            Passeio Público


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by Patrick HirleheyBeautiful Joe - Joe became famous after having his story told on a book; read about it here.

In 1963, near to the Moore house (the Moores adopted Beautiful Joe), was created The Beautiful Joe Park, and is where Joe is buried; The Beautiful Joe Heritage Society was formed in 1994 to preserve Joe's legacy and later, the statue of him was erected at the Park.

Beside Joe's statue, the BJ Park has a K-9 Police Services Monument, a 911 Memorial and a Personal Assistance Dogs Monument — all created by Gunter Neumann.


Português *** Portuguese

Beautiful Joe - Beautiful Joe, um cão de porte médio, marrom, mestiço Fox Terrier/Bull Terrier, foi a inspiração do best seller de mesmo nome escrito em 1893. O livro, para a época, foi um grande avanço em referência aos direitos dos animais.

Inicialmente uma mera propriedade de alguém sem coração, o pobre animal foi torturado até quase a morte — teve suas orelhas e cauda  cortadas a sangue Margaret Marshall Saundersfrio — até ser resgatado por Walter Moore e passar a morar na casa da família em Meaford, Ontário, Canadá, em 1890. Algum tempo depois, a irmã do noivo de Louise Moore (filha de Walter), Margaret Marshall Saunders (1861-1947), foi passar um tempo na casa da futura cunhada e, tendo se apegado muito ao cão, acabou escrevendo um romance sobre ele.

A história era ambientada em uma cidade fictícia do Maine (Estados Unidos) e foi escrita como uma autobiografia — isto é, sob o ponto de vista do próprio Beautiful Joe. Temendo não ser levada a sério por ser mulher, Margaret usou um pseudônimo (Marshall Saunders) e inscreveu seu trabalho em um concurso patrocinado pela American Humane and Educational Society. Ela venceu e a obra foi publicada no ano seguinte, alcançando um grande sucesso: foi o primeiro livro canadense a vender mais de um milhão de cópias. Uma sequência foi publicada em 1902, Beautiful Joe's Paradise.

Em 1963, o Parque Beautiful Joe foi criado em Meaford, perto da casa dos Moore; Joe está enterrado lá. Em 1994, a The Beautiful Joe Heritage Society foi fundada, a fim de preservar sua história, bem como divulgar os direitos dos animais. A estátua, esculpida pelo canadense Gunter Neumann, fica no Parque, onde há também um memorial para cães policiais.

Trecho do livro:

Meu nome é Beautiful* Joe e sou um cão marrom de porte médio. Não me chamo Beautiful Joe porque sou uma beleza. Sr. Morris, o pastor, em Joe em carne e ossocuja família tenho vivido nos últimos doze anos, diz que devo ser chamado Beautiful Joe pela mesma razão que o seu avô, lá no Sul, chamava um escravo muito feio de Cupido e sua mãe de Vênus.

*Bonito

Não sei o que ele quer dizer com isso, mas quando fala, as pessoas sempre olham para mim e sorriem. Eu sei que não sou bonito e sei que não sou de raça. Sou apenas um vira-lata.

Quando minha dona ia anualmente me registrar e pagar minha licença, e o homem do escritório perguntava qual era a minha raça, ela dizia "parte fox-terrier e parte bull-terrier"; mas ele sempre me classificava como vira-lata. Acho que ela não gostava que ele me chamasse de vira-lata; de qualquer modo, ouvi ela dizer que preferia vira-latas, porque eles têm mais caráter do que cães de raça. O pai dela dizia que ela gostava de cães feios pela mesma razão que um nobre da corte de um certo rei — porque ninguém mais gostaria.

Agora sou um cão idoso e estou escrevendo, ou melhor, uma amiga está escrevendo para mim, a história de minha vida. Vi minha dona rir e chorar por causa de um livrinho que ela diz ser a história da vida de um cavalo, e às vezes ela colocava o livro perto do meu focinho para que eu visse as fotos.

Eu amo minha querida dona, não posso dizer mais nada além disso; eu a amo mais do que qualquer outra pessoa no mundo; e acho que ela vai gostar se eu escrever a história da vida de um cão. Ela ama os animais e sempre fica triste quando os vê sendo tratados com crueldade.


Photo (statue) © Patrick Hirlehey





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by geraldine_m/GeraldineBiggles - Trevor Kelly used to ride his motorcycle with his dog Biggles (a Miniature Schnauzer born on March 17, 1980) sit on the back, in a milk crate; and, as always happens when these adorable beings that dogs are are involved, the entire neighborhood fell for him irremediably... Biggles was a daredevil, always leaping from high places (generally after some lesser beings, like cats); and that was just what ended up killing him on April 25, 1994: he was last seen leaping off a cliff near Mrs Macquarie's Chair after, people say, a rat. His statue is outside Kelly's house, in The Rocks — the foundation place of Sydney and Australia's most important historical site.



Português *** Portuguese

Biggles - Trevor Kelly costumava andar de moto levando consigo seu cachorro Biggles (um Schnauzer Miniatura nascido em 17 de março de 1980) bem acomodado atrás, num engradado de leite. E, como sempre acontece quando estão envolvidas estas criaturas adoráveis que são os cães, a vizinhança toda se apaixonou pelo bichinho.

Biggles era arteiro, sempre estava pulando de algum lugar alto, atrás de alguma criatura inferior — como gatos, por exemplo. E foi isto que acabou causando sua morte — foi visto pela última vez em 25 de abril de 1994 pulando de um barranco perto da escada de pedra conhecida como Cadeira da Srª Macquarie (esculpida em 1810 por condenados para a mulher do governador de então), atrás, dizem, de um rato.

Sua estátua em bronze foi esculpida por Anne Dybka e inaugurada em 16 de março de 1995 em frente à casa de seu dono Trevor, em The Rocks — bairro onde aconteceu a fundação de Sydney e um dos pontos históricos mais importantes da Austrália.


Photo © Geraldine



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by Hans & Liek/Hans & Angelique
© Hans & Liek/Hans & Angelique

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Português *** Portuguese

Biru

Chow Chow do artista plástico Joop Hekman, inaugurada em 1997
Utrecht, Países Baixos






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Rhode Island Roads websiteBlack Prince - The Sentinel statue is a homage to the dog that saved the Hoppins' lives, barking loudly at night and warning them about an ongoing fire in their house. The sculpture, at first placed at the Hoppins' family garden, was donated in 1896 to the City of Providence and thus relocated to the Roger Williams Parks Zoo. Reportedly one of the first large scale bronze sculptures cast in the United States, it was shown at The Crystal Palace in London as well as won a gold medal from the New York Academy of Design.


Português *** Portuguese

Príncipe Negro - A estátua, esculpida em 1851 por Thomas Frederick Hoppin e batizada de A Sentinela, é uma homenagem ao cão que salvou a família do escultor latindo alto em uma certa noite e avisando as pessoas da casa que esta estava pegando fogo. Inicialmente ela ficava no jardim da casa dos Hoppin, em Providence, Rhode Island, Estados Unidos; em 1896, ela foi doada para a cidade, sendo removida então para o Parque Zoológico Roger Williams.

A Sentinela, uma das primeiras esculturas em bronze de grande escala fundidas nos Estados Unidos, foi exibida em Londres, no The Crystal Palace e ganhou u
ma medalha de ouro da Academia do Design de Nova Iorque.


Photo © Rhode Island Roads




Bobbie the Wonder Dog - In 1923 Bobbie got separeted from his family and lost in Indiana — and 6 months ater he returned home, in Silverton, Oregon, after crossing 7 states. He was exhausted, his fur was dirty, his paws injured; when he saw Nova, his owner's daughter, on the street, got so happy that he wouldn't stop licking her. At home, after the reunion with his beloved master, he lied on the rug and slept for hours straight. He died in 1927 and was buried at the Oregon Humane Society’s pet cemetery.

Silverton honors this faithful dog every year on February 15 — Bobbie Day (the day he returned home), besides having a Pet Parade in May. There is also a mural (by Lori L. Webb) and a replica of the miniature bungalow that Bobbie had been given in 1924. Also, a book was published: Wonder Dog - The Story of Silverton Bobbie, by Susan Stelljes, illustrated by Lori Webb. More recently, there have been unveiled a head of Bobbie.

Português *** Portuguese

Bobbie, O Cão Maravilha - Em 1923, Bobbie the Wonder Dog perdeu-se de sua família em Indiana, EUA — seis meses depois, ele retornou para casa, em Silverton, Oregon, depois de atravessar 7 estados. Estava exausto, seu pelo sujo e embaraçado, suas unhas gastas, suas patas feridas; ficou felicíssimo quando encontrou Nova, a filha mais nova de seu dono, em uma rua da cidade. No restaurante da família, saudou com a mesma alegria a mãe de Nova, mas não sossegou até encontrar seu amado dono, que estava no quarto, deitado. Após o reencontro, Bobbie se refestelou no tapete e dormiu. Bobbie morreu em 1927 e foi enterrado no cemitério de animais da Oregon Humane Society.

A cidade homenageia Bobbie comemorando anualmente o Dia de Bobbie em 15 de fevereiro (data em que ele retornou para casa) e fazendo uma Parada Pet em maio. Além disto, há um mural (criado por Lori Webb), uma réplica da cabana em miniatura que Bobbie ganhou em 1924, uma pequena estátua em concreto, pintada, e um "busto" no Oregon Garden.


Photo © Debra Jane Seltzer
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Bondi - "In January 1931 a Royal navy flower class sloop HMS verbena paid one of three visits to Knysna. She was part of the African station and as such visited southern ports. It was during a visit to Lourenço Marques (now Maputo) in 1928 that she was presented with a pedigree Bulldog by the people of the city. The dogs name was Bondi and he became the ship’s mascot and was entered on the ships list and therefore allowed to “draw an allowance for victuals from the Admiralty”.

On the evening of Friday January 30 1931 the ship’s company had arranged to present a variety concert in Knysna town hall. They marched to the town hall in the early afternoon to decorate it for the evening entertainment. Bondi not being prepared to be at anchor watch joined his shipmates on the march into town. It was an extremely hot day and the heat was too much for the dog and sadly he collapsed and died before they reached there destination. The ships log records the death in simple lines as 1600 hours “Bondi died ashore”

Bondi was buried on the warft and a wooden tombstone was placed as the head of the grassy mound that marked his final resting place. with a brass plate attached to the head stone. The tradition then started of tending the grave and every British naval ship that visited Knysna played her part. The visiting ship’s captain would send a party of rating ashore to trim the grass polish the plate and secure the grave in ship shape fashion.

During the Second World War British ships did not enter the port and it was not until 1948 when the HMS Nereid returned five times her last visit being 1953 was the grave tended too. Since then no one seemed to care about the old British bulldog “bondi” However tradition was revived by the South African navy on July 2001 when the mine hunters SAS UMzimkhulu and SAS Umhloti visited Knysna for part on the oyster festival that Commander Andrew Blake on hearing of the tradition from a local resident sent a party of men ashore to polish the grave and make it “ship Shape” once again. The sea cadet unit continued this tradition in the absence of the navy till 2003. In 2004 Knysna animal welfare approached a local sculptor created the bronze statue which can now be seen." source



Português *** Portuguese

Bondi - Em janeiro de 1931 um navio da Marinha Real Inglesa ancorou na cidade de Knysna, Cabo Ocidental, África do Sul. A bordo estava o mascote da embarcação, o Buldogue Bondi, que havia sido presenteado à tripulação na cidade de Lourenço Marques (hoje Maputo), em 1928. No dia 31, iria acontecer na prefeitura um show de variedades preparado pelos marinheiro e Bondi se juntou a eles na marcha em direção à cidade. Infelizmente, o cãozinho não aguentou o calor escaldante que fazia e morreu antes de chegar ao destino. Bondi foi enterrado no cais e uma lápide de madeira foi feita para marcar seu túmulo; e sempre que um navio da marinha inglesa passava por Knysna, o capitão mandava um grupo cuidar de sua conservação — cortar a grama, polir a placa.

Durante a Segunda Guerra Mundial, os navios ingleses não podiam ancorar no porto e o túmulo ficou sem cuidados até 1948; e a partir de 1953, foi completamente esquecido. A tradição só foi revivida em julho de 2001, quando os navios caça-minas da marinha sul africana SAS UMzimkhulu e SAS Umhloti visitaram Knysna durante um festival de ostras e o Comandante Andrew Blake soube da história de Bondi — ele então mandou um grupo à terra para cuidarem do túmulo. Na falta da Marinha, uma unidade de cadetes continuou mantendo-o até 2003 e, no ano seguinte, a sociedade protetora dos animais local mandou fazer uma estátua de bronze de Bondi.


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BoscoBosco Ramos, The Mayor Dog - Bosco (a Black Labrador/Rottweiler mix) was elected honorary Mayor of Sunol in 1981, serving until his death in 1994; Communist China didn't understand the joke and used his election as an example of how bad western democracy works, publishing in 1990 in the newspaper People's Daily an article about it...

Trivia: the restaurant Bosco's Bones and Brew features a stuffed dog that looks like Bosco — and it pees beer!


Português *** Portuguese

Bosco Ramos, O Cachorro Prefeito - Uma mistura de Labrador Retriever preto e Rottweiler, Bosco bateu dois candidatos humanos nas eleições de 1981 para prefeito na cidade de Sunol, Califórnia, Estados Unidos; ele cumpriu o mandato até sua morte, em 1994. A China comunista não entendeu bem a brincadeira e, em 1990, em um artigo publicado no jornal Diário do Povo, usou a "eleição" do cachorro como um exemplo de como a democracia americana é falida... (bem, para eles, qualquer democracia é ruim).

Bosco costumava ficar em frente ao bar da cidade, pedinchando comida, bem como acompanhava os frequentadores bebados num passeio pela linha do trem (coisa de bebum...). Em 1999, foi inaugurado um restaurante (Bosco's Bones and Brew) que teve a brilhante idéia de colocar um cachorro parecido com o Bosco taxidermizado em cima do balcão — e ele "urina" cerveja...

Em 19 de dezembro de 2008, uma estátua em bronze de Bosco — esculpida pela artista russa Lena Toritch, residente em Salt Lake City — foi erigida em Sunol, perto dos Correios, sob o relógio da cidade.

Photo © Sheena Chi



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© data.fineartstudioonline.com

picture *** foto waymarking.com Bum himself!

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Bum
© allybeag

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Bum - The dog arrived in San Diego as a stowaway in the steamship Santa Rosa, and chose the city as his home. "Loved by everyone, owned by no one", Bum used to pay visits to restaurants in order to get his meals  ("quality food"!), and when was young, fought another dog with disastrous results: lost a foreleg and part of his tail. Nevertheless, he went on being a friendly and happy dog, becoming so popular that the city proclamed him the Official Town Dog. When he died (on November 10, 1898), local children collected pennies to give him a proper funeral. Next the statue of Bum sits a replica of Greyfriars Bobby, statue donated by Edinburgh, San Diego's sister city.

REPLICA

Bum's replica was commissioned by the Edinburgh-San Diego Twinning Association, after the statue of Bobby was donated to San Diego.


Português *** Portuguese

Bum - Cãozinho "amados por todos mas pertencente a ninguém", chegou em San Diego viajando como clandestino em um barco vindo de São Fransico e logo foi adotado pelas pessoas da cidade. Batizado de Bum ("mendigo"), frequentava vários restaurantes (onde filava bóia), atravessava a cidade pegando carona nos bondes e participava de desfiles oficiais. Quando jovem, meteu-se em uma briga com outro cão bem no meio da linha férrea — acabou perdendo uma das patas da frente e parte do rabo, mas continuou sendo o cachorro feliz e amigável de antes do acidente. Tornou-se tão popular que acabou sendo nomeado Cão Oficial de San Diego; sua imagem aparecia até nos recibos das taxas pagas pelos proprietários de cães, sendo que ele próprio ganhou da câmara dos vereadores uma licença sem prazo de validade. Quando Bum morreu (aos 12 anos), em 10 de novembro de 1898, as crianças de San Diego fizeram uma campanha para arrecadar dinheiro e dar ao cão um bonito funeral.

A estátua (esculpida por
Jessica McCain) em sua homenagem fica no Gaslamp Quarter, em San Diego, Califórnia, Estados Unidos. Ao seu lado, fica a réplica da estátua de Greyfriars Bobby, doada por Edimburgo, cidade-irmã de San Diego.


RÉPLICA

Depois da inauguração de uma estátua de Bum ao lado de Greyfriars Bobby em San Diego, a Associação de Cidades-Irmãs Edimburgo-San Diego encomendou uma de Bum para colocar na West Princes Street Gardens, em Edimburgo, Escócia.



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by ajclarke42/Aaron ClarkeBunko - Mongrel kept by Otaru Fire Department who used to help the fire brigade in rescues; when there was a fire, Bunko was the first one to got onto a fire engine. It has been said he had helped putting out a fire 1,000 times. He died on February 3, 1938. (presumed to have lived 24 years).*

*Thanks to JNTO Webmaster for this piece of information.



Português *** Portuguese

Bunko - Estátua em homenagem ao vira-lata dos Bombeiros de Otaru, Hokkaido, Japão. Quando havia um incêndio, Bunko era o primeiro a pular no caminhão; conta-se que ele ajudou a apagar 1.000 incêndios, tornando-se um herói na cidade. Bunko morreu em 3 de fevereiro de 1938, presumidamente com 24 anos).*

*
Obrigada para o webmaster do wesite JNTO por esta informação.


Photo © Aaron Clarke
Photo Bunko © city.otaru.hokkaido.jp






© Debra Jane SeltzerButler - Statue in honor of a beloved dog in Nashville, Tennessee, USA. A mix of Spring Spaniel and Black Labrador Retriever, "the canine bon vivant" was adopted in 1990 from the Nashville Humane Society; he became well known in the city because of walks with his owner. After Butler died (on October 7, 1999), his owner built a small monument to him in front of his building — a passageway to the river that he called "Butler's Run". source




Português *** Portuguese

Butler - Estátua em honra a um cachorrinho amado em Nashville, Tennessee, Estados Unidos. Uma mistura de Spring Spaniel e Labrador Retriever preto, "o bon vivant canino" foi adotado na Nashville Humane Society; se tornou conhecido na cidade por causa dos passeios com seu dono. Depois da morte de Butler (em 7 de outubro de 1999), seu dono mandou construir um pequeno monumento em sua homenagem, em frente a um prédio do qual ele é o proprietário — uma passagem para o rio que ele batizou de Caminho do Butler.


Photo © Debra Jane Seltzer
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Dave, O Cão - Dave (1980-1990) foi um cãozinho resgatado pela sociedade protetora de animais Atlanta Humane Society que chegou a concorrer para presidente em 1988! A estátua em sua homenagem fica no jardim de um restaurante em Atlanta, Geórgia, Estados Unidos.





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by kiltedlibrarian/Jim McCluskeyDirty Biter - Cranky mutt, but beloved by all people of La Conner, Washington. Had a comical face because of a broken jaw he got when he was a puppy. Used to go to the 1890's Tavern, where a bar stool was always reserved for him. Died in 1982, after fighting another dog. In his honor, a park named after him was created; his statue sits on a metal bench next to his favorite hang-out.

Português *** Portuguese

Dirty Biter - Vira-lata mau-humorado, mas amado por todos da cidade de La Conner, Washington. Tinha uma aparência cômica devido a uma fratura na mandíbula quando ainda era filhote. Costumava frequentar o 1890's Tavern, onde tinha um banquinho reservado só para ele. Morreu em 1982, numa briga com outro cão; foi homenageado com um Parque (que leva seu nome) e uma estátua, bem ao lado de sua taverna favorita.

Photo © Jim McCluskey





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Dzok, The Dog - One more beautiful example of the loyalty of a canine friend — this dog waited a year for his master, who had died on the street of heart attack. After waiting to no avail, he was adopted by a woman who, after a year feeding him, finally won Dzok's trust. He lived with her till his death, in 1998.

On the monument of Dzok, The Dog (sculpted by Bronisław Chromy) a plaque reads: The most faithful canine friend ever, epitomizing a dog's boundless devotion to his master. Throughout the entire year (1990-1991) Dzok was seen waiting in vain at the Rondo Grunwaldzkie roundabout to be fetched back by his master, who had passed away at the very site.

Two books were written about this canine friend: Dżok - The Latest Legend of Krakow, Anthology of Children Stories and Dżok -  The Legend about Faithfulness of a Dog by Barbara Gawryluk.


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Dzok, O Cão - Mais um exemplo da lealdade de um amigo canino — Dzok esperou seu dono vir buscá-lo durante um ano em uma rua da cidade de Cracóvia, na Polônia, pois foi ali que ele o viu pela última vez: o homem havia morrido de um ataque cardíaco no local. Várias pessoas tentaram levar Dzok para casa, sem sucesso. Então começaram a dar comida para ele e até mesmo lhe deram uma casinha para que enfrentasse o inverno confortavelmente, até que uma mulher (que lhe trazia comida todos os dias) conseguiu conquistar a confiança do cão e o adotou. Dzok viveu com ela até sua morte, em 1998.

Na placa do belo monumento (esculpido pelo artista Bronisław Chromy e inaugurado em 2001) está escrito: O mais fiel amigo canino de todos os tempos, epitomarizando a devoção sem fronteiras de um cão ao seu dono. Durante um ano inteiro (1990-1991) Dzok foi visto esperando em vão que seu dono viesse buscá-lo, na Rondo Grunwaldzkie roundabout, dono que morreu neste exato lugar.

Dois livros foram escritos sobre o cãozinho: Dzok - A Mais Recente Lenda de Cracóvia, Antologia de Histórias Infantis e Dzok - A Lenda Sobre a Lealdade de um Cão (Barbara Gawryluk).


Photos © Dorota



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