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© dawnweimer.com

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Fergie - West Highland Terrier fêmea homenageada ainda em vida. Obra em bronze, esculpida por Dawn Weimer para a Humane Society of Boulder Valley, Boulder, Colorado; inaugurada em 19 de outubro de 2002.


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FidoFido - During World War II (1939-1945), worker Carlo Soriani, who lived in Borgo San Lorenzo, found a wounded dog, who soon became his good friend. Fido used to wait his master at the bus stop, so they would go home together. In 1943, Carlo died after a bombing at his work place — and Fido kept waiting him for the next 14 years (see Hachiko). Fido died in June 9, 1958, and was buried outside the cemetery where Carlo rested in peace.

The first the statue was sculpted in majolica, but it was vandalized; the mayor of Borgo San Lorenzo commissioned a new statue in bronze.

Português *** Portuguese

Fido - Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o operário Carlo Soriani, morador da comuna italiana de Borgo San Lorenzo, recolheu um cachorro ferido, tratou-o e alimentou-o. Com o passar do tempo, o amigo canino acabou se acostumando a esperar Carlo todos os dias no ponto de ônibus onde ele descia vindo do trabalho, a fim de que os dois fossem juntos para casa. Quando o dono morreu em 1943, vítima de um bombardeio na cidade, o cachorro continuou indo para o ponto de ônibus esperar Carlo — e isto durante 14 anos (qualquer semelhança com a história de Hachiko é mera coincidência. Ou prova da lealdade canina). Fido morreu em 9 de junho de 1958 e foi enterrado ao lado  do cemitério onde estava o túmulo de Carlo. A estátua em bronze em homenagem ao cão, do artista Salvatore Cipolla, foi erigida na cidade, na Praça Dante quando o cão ainda estav vivo, em dezembro de  1957. Esta estátua foi a segunda na cidade; a primeira, em maiólica, foi destruída por vândalos.

Photo © VetSantiago


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hund
© pijnacker-nootdorp.kunstwacht.nl

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Flap

Corinne Franzén-Heslenfeld
1973
Villa Villagio
Nootdorp, Holanda do Sul, Países Baixos



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dogFool - Fool was the dog of Hungarian politician Dr. Charles Nemethy (1862-1941).


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Fool - Cachorro do político húngaro Dr. Charles Nemethy (1862-1941).

Escultura em bronze do artista Maugsch Gyula inaugurada em 1938 em
Budapeste, Hungria.


Photo © img.geocaching.com


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by Nikola Smolenski
© Nikola Smolenski


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Gabi

Pastora alemã que trabalhava no Zoológico de Belgrado como cão de guarda
Belgrado, Sérvia


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dog
© dcmemorials.com/

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Gandalf

Lyndon Fayne Pomeroy
  Montana State University Billings
Billings
, Montana, Estados Unidos



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by Damian ShawGelert - The legend tells that Gelert was the dog of Llywelyn the Great, Prince of Gwynedd; the poem Beth-Gêlert, written by William Robert Spencer in 1811, tells his drama. There is no evidence that his story is true. In Beddgelert ("Gelert's Grave", the name would be in honor to a saint named Kilart or Celert), there is a place where supposedly the dog is buried — but people say that it's just a piece of propaganda created by a hotel owner named David Pritchard in late 18th century to boost business. Gelert's statue guards the entrance of a stone hut.

In 2008, a animated movie — Gelert — was made telling the story of this brave and loyal dog.

Obs.: According to historic research present in the book The Pawprints of History, by Stanley Coren, this story really happened, although the name of the dog was Cylart (a Irish Wolfhound) and not Gelert; the part of Gelert's grave was, indeed, invented by the hotel owner to bust tourism in the region.


Português *** Portuguese

Gelert - Conta a lenda que Gelert era o cão de Llywelyn, príncipe do reino galês de Gwynedd, tendo sido um presente do Rei John da Inglaterra. Certa feita, o Príncipe retorna da caçada e encontra o berço de seu filho vazio, revirado, e Gelert com a boca suja de sangue, imediatamente, concluindo que o cão matara o bebê. O Príncipe então fere mortalmente o animal com sua espada. Logo em seguida, Llywelyn ouve o choro do bebê, que está sob o berço, são e salvo — ao lado dele, um grande lobo, morto. Horrorizado, ele compreende que Gelert, seu fiel cão, na verdade salvara a vida do pequeno herdeiro. O Príncipe enterra o amigo canino com honra, nunca mais diz uma palavra e continua a ouvir o último ganido do cão...

Esta história inspirou o poema Beth-Gêlert, escrito por William Robert Spencer em 1811, além de muitos outros escritos versando sobre o mesmo tema. Não há evidência de que a história seja verdadeira; existe uma pequena vila no País de Gales chamada Beddgelert (Túmulo de Gelert), cujo nome seria em homenagem a um santo chamado Kilart or Celert, e lá há um lugar onde Gelert estaria enterrado — na verdade, apenas uma peça de propaganda para a vila, obra de um hoteleiro de nome David Pritchard, no final do século XVIII. Já a estátua fica guardando a entrada de uma cabana de pedra.

Obs.: Segundo pesquisa histórica apresentada no livro The Pawprints of History ("pegadas caninas na história") do professor de Psicologia e pesquisador de neuropsicologia Stanley Coren, a história seria verdadeira, sim; o nome do cão (um Wolfhound Irlandês), no entanto, teria sido Cylart. A parte do túmulo do cão, sim, teria sido inventada para promover o turismo local.

Em 2008, foi lançado um desenho animado — Gelert — contando a história deste bravo e leal cachorro.


Photo © Damian Shaw



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              foto waymarking.com

dogGeorge Tirebiter - Mascot (not official) of the University of Southern California-USC (Los Angeles) and of its football team, the Trojan, during the 40's. There is different versions about how George was adopted by the University — some students would have found him at the Curry's Ice Cream, he was brought by a student who found him at the beach or he just arrived in the campus after his owner's death. George was ran over by a car and died in 1950.

The plaque in his monument reads:

George Tirebiter was a shaggy mutt who — for a few glorious years in the '40s and '50s — became a beloved Trojan mascot. No one is quite sure when George wandered onto campus, but his feisty personality made him a student favorite as he chased cars and bit tires along University Avenue, not far from where you stand. He was taken to football games in a limousine where he led the Trojan marching band onto the field, often wearing sweaters and odd little hats. He once drew the cheers of thousands when he bit the mask of UCLA mascot, Joe Bruin, on the nose. Rumor has it there is a transcript on file showing George with a GPA of 3.2 in such courses as Chasing Cats 101 and Biting Tires 270. Of all the great USC mascots, none had the bite of George Tirebiter.

Português *** Portuguese

George Tirebiter - Mascote (não-oficial) da University of Southern California-USC (em Los Angeles) e de seu time de futebol americano, o Real GeorgeTrojan, durante os anos 40. Há várias versões de como o cão foi parar na Universidade: foi encontrado por alguns estudantes na sorveteria Curry's, foi trazido por um estudante que o achou na praia, ou teria aparecido no campus após a morte de seu dono. Seu ''sobrenome'' — Mordedor de Pneus — se deveu ao costume de George de correr atrás de carros e bicicletas e atacar furiosamente seus pneus... por causa desta mania, o cãozinho acabou sendo atropelado e morto em 1950.

George foi sucedido por George II (1950-52), George III (1953) e George IV (1957); a partir de 1961, os Trojans passaram a ter como mascote um cavalo chamado Traveler. Mas em 2006, uma estátua foi inaugurada na USC em homenagem ao primeiro mascote. Em tamanho natural, mostra George Tirebiter com um pequeno pedaço de pneu mastigado. Em uma placa ao lado do monumento se lê:

George Tirebiter era um vira-lata peludo — que por algum tempo nos anos 40 e 50 — tornou-se o amado mascote dos Trojans. Ninguém tem certeza de como George apareceu no campus, mas sua personalidade forte fez dele um estudante favorito, enquanto corria atrás de carros e mordia pneus na Avenida da Universidade, não muito longe de onde você está agora. Ele era levado a jogos de futebol em uma limusine, onde liderava a entrada da banda dos Trojans no campo, geralmente usando blusões e chapéuzinhos estranhos. Certa vez conseguiu o aplauso de milhares de pessoas ao morder, no nariz, a máscara do mascote da UCLA, Joe Bruin. Rumores dizem que existem arquivos que revelam George com notas 3.2 em cursos como Perseguindo Gatos ou Mordendo Pneus. De todos os grandes mascotes da USC, nenhum tinha a mordedura de George Tirebiter.


Photo (statue) © Matthew E. Cohen


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Granite - Granite was the lead sled dog of musher Susan Butcher, 4-time winner of the Iditarod Trail Sled Dog Race. Butcher died on August 5, 2006; she wrote a book about Granite, which was finished by husband David Monson after her death.

Português *** Portuguese

Granite - Granite era o cão líder o trenó levado por Susan Butcher em suas 4 vitórias na famosa corrida de Iditarod (Iditarod Trail Sled Dog Race). A estátua em homenagem ao cão fica no Susan Butcher Cancer Center no Providence Alaska Medical Center, em Anchorage, Alasca, Estados Unidos. Butcher morreu de câncer em 5 de agosto de 2006; ela escreveu um livro sobre Granite, que foi terminado após a sua morte por seu marido David Monson.


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dogGranite - Granite was the lead sled dog of musher Susan Butcher, 4-time winner of the Iditarod Trail Sled Dog Race. The plaque reads: Granite Greatest lead dog Iditarod History Led Susan Butcher to Victory 1986, 87, 88, 90. Butcher died on August 5, 2006; she wrote a book about Granite, which was finished by husband David Monson after her death.

Português *** Portuguese

Granite - Granite era o cão líder o trenó levado por Susan Butcher em suas 4 vitórias na famosa corrida de Iditarod (Iditarod Trail Sled Dog Race). A estátua em homenagem ao cão fica no posto do correio na vila Chena, em Fairbanks, Alasca, Estados Unidos. Susan morreu de câncer em 5 de agosto de 2006; ela escreveu um livro sobre Granite, que foi terminado após a sua morte por seu marido David Monson.

Photo © Dave Boltz



by roblz.com/Rob Hurt
© Rob Hurt

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© waymarking.com/

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Let his loyalty and devotion be a lesson to us all.

Greyfriars Bobby - In Edinburgh, Scotland, John Gray (Old Jock, a policeman according to some sources) was buried in the Greyfriars Presbyterian Church graveyard — and for fourteen years his Skye Terrier Bobby kept watch over him.

All efforts to drive the dog away were unsuccessful; he would leave his master neither to protect himself from bad whether; the curator (after giving up driving Bobby away) tried several times to keep the dog indoors, but Bobby kept barking until he could go back to his beloved master's side. To avoid trouble with the Law, Bobby was given a collar by Sir William Chambers of Glenormiston (the Lord Provost of Edinburgh at the time).

Bobby died on January 14, 1872, at age of 16; he was buried about 75 yards away from his master's grave. His statue was sculpted right before his death. Also, at the Church, there is a portrait painted by John MacLeod in 1867.

Two movies told Bobby's story: Greyfriars Bobby: The True Story of a Dog (1961, Disney film based on the 1912 novel by Eleanor Atkinson, available for free at Project Gutenberg) and The Adventures of Greyfriars Bobby (2005). While Atkinson's novel is more fictional (or at least, Bobby's story was sort of embellished), there is a book that gets the facts straight: Greyfriars Bobby: The Real Story at Last, by Scottish Forbes MacGregor.

REPLICA

A replica is placed in San Diego (Edinburgh's sister city), California, USA, as part of A "Tail" of Two Cities*-The Brother Dogs Project — the statue sits next to Bum, the city's Official Town Dog, in Gaslamp Quarter, historical neighborhood downtown.

*A Tale of Two Cities, a book by Charles Dickens


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                Portuguese

Greyfriars Bobby - Skye Terrier que pertenceu ao escocês John Gray. Após a morte de seu dono — enterrado no cemitério da Igreja Presbiteriana de Greyfriars, em Edimburgo, Escócia — o cãozinho ficou por 14 anos ao lado do túmulo de Gray, até sua própria morte em 14 de janeiro de 1872, aos 16 anos. Bobby está enterrado a quase 70 metros do dono, num pequeno pedaço de solo não consagrado (já que sendo um animal, não poderia ficar exatamente no cemitério), mas dentro dos portões da Igreja.

Foram muitas as tentativas de afastar Bobby (não eram permitidos animais no local), mas ele sempre voltava. O jardineiro responsável passou então a deixar comida e água disponíveis para ele e até mesmo o administrador do cemitério tentou abrigar Bobby quando o tempo ficava muito ruim — mas o fiel cãozinho uivava sem parar até ser solto e poder voltar à sua vigilia.

Quando Bobby se viu em maus lençóis — após a promulgação de uma lei que proibia cães sem registro na cidade — Sir William Chambers of Glenormiston, então "Lorde Provost" (prefeito honorário) de Edimburgo, pagou-lhe a licença e comprou para ele uma coleira e uma tijela de água; estes dois objetos estão hoje no Museu de Edimburgo.

Em 1872, uma estátua (sobre uma fonte) esculpida — quando Bobby ainda estava vivo — por William Brody (sob encomenda da Baronesa Angela Georgina Burdett-Coutts, ativista na luta contra a crueldade com os animais) foi inaugurada na ponte George IV em Edimburgo. E na Igreja, há um retrato de Bobby, pintado por John MacLeod em 1867.

Dois filmes já foram feitos sobre a história do fiel cãozinho: Greyfriars Bobby: The True Story of a Dog (1961, Disney) e As Aventuras de Bobby (2005). Christopher Lee (que ficou famoso por interpretar Drácula em diversos filmes e mais recentemente apareceu em Guerra nas Estrelas e O Senhor dos Anéis), fez o papel de Lorde Provost neste último, enquanto que Bobby foi interpretado por três cães.

Em 1912, a escritora americana Eleanor Atkinson escreveu Greyfriars Bobby, uma história romanceada do cãozinho escocês que se tornou muito popular. Em 1999, por sua vez, o escocês Forbes MacGregor escreveu Greyfriars Bobby: The Real Story at Last, sendo mais fiel à verdadeira história de Bobby.

RÉPLICA

Uma réplica de Bobby (esculpida por William Brodie) foi colocada no bairro histórico
Gaslamp Quarter, no centro de San Diego, Califórnia, Estados Unidos; San Diego é cidade-irmã de Edimburgo. Ao seu lado, fica a estátua de Bum, o Cão Oficial da cidade. As duas estátuas fazem parte da "Cauda" das Duas Cidades-Projeto dos Cães Irmãos — em inglês, A Tail of Two Cities, que brinca com o título do livro A Tale of Two Cities, Um Conto de Duas Cidades, de Charles Dickens: tail (cauda) e tale (conto) tem a mesma pronúncia.



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                  jglsongs/Jon Gilbert Leavitt
© Jon Gilbert Leavitt

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Odate


Odate - Museum
© houseofflameandglass.com


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© G. Shapareva

Hachiko - Akita born in November, 1923, in Ōdate, Japan. Living in Tokyo with his owner, Eisaburo Ueno (a professor at the University), Hachiko used to Real Hachikowait his master return from work every day at the nearby Shibuya Station. After Ueno's death, in 1925, the dog kept on waiting him — for the next eleven years. Adopted by Ueno's gardener (who lived close the station), Hachiko died in March 1935; his mounted body can be seen at the National Science Museum in Tokyo.

Besides these 4 statues, two others were erected in his honor; read about them here.


Movies: In 1987, a Japanese movie told the story of this faithful dog: Hachiko Monogatari, and in 2002, the anime Fortune Dogs honored Hachiko in one of its 39 episodes. In 2009, Richard Gere starred Hachi: A Dog's Story, a remake of the 1987 Japanese film, directed by Lasse Hallström, and written by Stephen P. Lindsey.

Books: Hachiko Waits, by Lesléa Newman; Hachiko: The True Story of a Loyal Dog, by Pamela S. Turner (illustrated for children), and Hachiko: The True Story of The Royal Dogs of Japan and One Faithful Akita by Julie Chrystyn.


Português ***

                Portuguese

Hachiko - Macho da raça Akita, nasceu em 10 de novembro de 1923 em Odate, Japão. Em 1924, mudou-se com seu dono, o professor Eisaburo Ueno, para Tóquio. Todas as manhãs Hachiko despedia-se de seu dono na porta de casa e esperava sua volta na estação do metrô Shibuya, que ficava nas proximidades. Mesmo após a morte repentina de Ueno, em 1925, o Akita continuou indo à estação para esperar seu amigo — isto durante onze anos.

A viúva de Ueno deixou Tóquio após a morte dele, deixando Hachiko aos cuidados de parentes do marido; porém, o cão não aceitou a mudança, retornou para casa e para a estação do metrô e acabou sendo adotado pelo jardineiro do professor, Kikuzaburo Kobayashi, que morava perto da estação. Hachiko morreu em 8 de março de 1935; seu corpo foi taxidermizado e está no Museu Nacional de Ciências, em Tóquio.

Estátuas de Hachiko no Japão

  1. Em frente a uma das saídas da Estação Shibuya, Tóquio — esculpida por Ando Takeshi, inaugurada em 1948
  2. Em frente à Estação Odate — inaugurada em 1987
  3. Em frente ao Museu do Akita em Odate — inaugurada em 2004 sobre o pedestal de pedra usado na primeira estátua em Tóquio (1934)
  4. Próxima à casa de Hachiko em Odate

Em 1987, um filme japonês contou a história deste fiel Akita: Hachiko Monogatari. Em 2002, o anime Cãezinhos de Sorte homenageou Hachiko no episódio Rikyu, O Cachorrinho em Frente à Estação. E em 2009, Richard Gere protagonizou Sempre ao Seu Lado, filme que relata muito fielmente a lealdade do cachorro japonês; a estréia no Brasil foi no dia 25 de dezembro.

Em 2004, foram lançados dois livros sobre o cão: Hachiko Waits, de Lesléa Newton, e o infantil — Hachiko: The True Story of a Loyal Dog, escrito por Pamela S. Turner e ilustrado por Yan Nascimbene.



Antes destas, outras 2 foram erigidas no país, veja detalhes aqui.


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dogHarawene - Harawene was a mongrel terrier-mix that wandered for 15 years by Te Nga road in New Zealand. She never allowed anybody to get closer (she used to run away when people tried to approach her), but many people cared for her, offering fresh water, food and shelter; Harawene was no longer seen from April 29, 2008; possibly it was her body that was found days later by one of his human friends, by the roadside.

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                *** Portuguese

Harawene - Harawene era uma cadela terrier mestiça que por 15 anos dogperambulou pela rodovia Te Nga, na Nova Zelândia. Nunca chegou a se apegar a ninguém (fugia quando as pessoas tentavam se aproximar dela), mas muita gente se importava com ela, oferecendo água, comida e abrigo; Harawene deixou de ser vista a partir do dia 29 de abril de 2008; o que possivelmente era seu cadáver foi encontrado dias depois por um de seus protetores humanos à beira da estrada e ele a enterrou em seu jardim. A estátua de bronze de 8.000 dólares (do artista Trevor Nathan) em sua homenagem foi inaugurada em 7 de dezembro de 2009, na mesma estrada em que ela reinava, em Rotorua, Nova Zelândia.


Photo real Harawene © The Daily Post Newspaper
Photo statue © Peter Schofield


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