WAR DOGS
CÃES DE GUERRA






PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO
PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO

Bamse - St. Bernard born in Honningsvåg, Norway, used to sail with his owner Captain Erling Hafto on the whale catcher Thorodd, converted to a minesweeper during World War ll after being drafted into the Royal Norwegian Navy.

Considered a crew member and always donning a sailor's cap (or a special metal helmet, when on sentry duty on the front gun tower), Bamse ("teddy bear") became a symbol of freedom against Nazism.

In Montrose, Angus, Scotland, where the Thorodd stationed in 1940 (after the capitulation of mainland Norway), Bamse's heroic activities made him a legend — he saved at least 2 lives. The dog always helped keeping the good spirits aboard, never did he let the men fight each other and used to go (by bus, he had passes attached to his collar) after crew members in pubs, to make sure they would come back before curfew. Adored by the sailors, he went from ship's mascot to Navy Mascot, to Mascot of all Forces. He also became quite popular between the local population, children loved him.

Bamse died on July 22, 1944, and was buried in Montrose. In July 2006, the People's Dispensary for Sick Animals awarded him their Gold Medal for Gallantry and Devotion to Duty.

Português *** Portuguese

BamseBamse - São-bernardo, nascido em Honningsvåg, Noruega, e cujo nome significa "ursinho de pelúcia". Costumava navegar com seu dono (o Capitão Erling Hafto) no navio baleeiro Thorodd, convertido em caça-minas durante a Segunda Guerra Mundial após ter sido convocado pela Marinha Real Norueguesa. Considerado um membro da tripulação e sempre usando um boné de marinheiro — ou um capacete de metal, feito especialmente para ele, quando ficava de guarda — tornou-se um símbolo de liberdade na luta contra o Nazismo.

Em Montrose, Angus, Escócia, onde o Thorodd ficou estacionado em 1940 (depois da capitulação da Noruega aos alemães), os atos heroicos de Bamse fizeram dele uma lenda — ele chegou a salvar a vida de pelo menos duas pessoas. O cachorro sempre mantinha a moral da tripulação alta, nunca deixava que brigas entre marinheiros fossem adiante e costumava ir (de ônibus, ele tinha passagens em sua coleira) buscar seus colegas nos bares, garantindo assim a volta deles ao navio no horário certo. Adorado pela tripulação, de mascote deles ele passou a mascote da Marinha Real, e finalmente a mascote de todas as Forças norueguesas. Também se tornou muito popular entre a população local — principalmente entre as crianças.

Bamse morreu no dia 22 de julho de 1944 e foi enterrado em Montrose. Em julho de 2006, a People's Dispensary for Sick Animals concedeu a ele a Medalha de Ouro por Heroísmo e Dedicação ao Dever; e em 17 de outubro de 2007, uma estátua de bronze (esculpida pelo escocês Alan Herriot) foi inaugurada pelo Príncipe William no Porto de Montrose.

Photo (statue) © Karen Bryan




PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO plaque *** placa PICTURE *** FOTO
PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO close PICTURE *** FOTO His grave *** seu túmulo BUTTON
PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO

by ifijay/Ian JunorJust Nuisance - The only dog ever to be officially enlisted in the Royal Navy. Nuisance was a Great Dane who from 1939-44 served at HMS Afrikander, a Royal Navy shore establishment in Simon's Town, South Africa. He died in 1944 and was buried with full military honours.

Português *** Portuguese

Just Nuisance - Primeiro e único cachorro que pertenceu a Marinha Real Britânica.

Dogue Alemão nascido em 1° de abril de 1937 no subúrbio de Rondebosch, Cidade do Cabo, África do Sul, foi vendido para Benjamin Chaney, que logo em seguida mudou-se para a cidade de Simon's Town por causa de um novo emprego. O local de trabalho de Chaney era frequentado principalmente por integrantes da Marinha Real Britânica, que simpatizaram com o enorme cão e passaram a dar-lhe guloseimas e a levá-lo para passear. O problema é que o cachorro começou a seguí-los até a base naval, ficando deitadão nos decks dos navios ancorados por lá ou no topo das pranchas de embarque e desembarque, atrapalhando aqueles que queriam entrar ou sair do navio — acabou carinhosamente apelidado Nuisance (incomodo, amolação)...

Nuisace era livre para ir onde quisesse, e, atrás de seus amigos marinheiros, começou a viajar diariamente de trem. Apesar das tentativas dos rapazes em escondê-lo (um cãozinho tão pequeno, coisa fácil), ele muitas vezes acabava descoberto e era posto para fora do trem pelo cobrador — o que não representava nenhum problema para Nuisance, que esperava a volta do trem ou ia andando até a próxima estação. Muitos passageiros se ofereciam para pagar a passagem do Dogue, mas mesmo assim a companhia que administrava os trens avisou Chaney que se Nuisance continuasse incomodando, teria que ser sacrificado. Foi o bastante para que seus muitos amigos escrevessem para a Marinha pedindo que algo fosse feito. E não é que, ao invés de se comprar um pacote de viagem para o cão, como foi sugerido, a Marinha decidiu convocar Nuisance! Chegou-se a conclusão, e com razão, que ele serviria para levantar a moral dos soldados lutando na guerra (Segunda Guerra Mundial). Como membro oficial das Forças Armadas, Nuisance tinha passagem livre nos trens e não poderia mais ser incomodado.

O cachorrão entrou oficialmente para as Forças Armadas em 25 de agosto de 1939; na sua ficha, o sobrenome ficou "Nuisance", e o nome, que ficaria em branco, acabou sendo preenchido com "Just" (apenas). Sua profissão: "Bone Crusher" (roedor de ossos, ou melhor, esmagador de ossos) e sua religião, "Fila-bóia", que mais tarde foi alterada para "Liga Canina Divina (anti-vivissecção)". Para que ele pudesse receber ração da Marinha, foi promovido a Able Seaman (marinheiro com pelo menos dois anos de experiência). Nuisance nunca embarcou para alto-mar, mas teve muito trabalho em terra, continuando a seguir marinheiros em suas viagens por trem e os escoltando de volta para os navios na saída dos pubs (o que devia dar um trabalhão, pois sabe-se muito bem como marinheiros gostam de pubs). A maioria de suas funções ele próprio escolhia (não era bobo nem nada), mas também havia obrigações a se cumprir, como aparecer em muitos eventos promocionais, bem como em seu próprio casamento: com uma linda Dogue Alemã chamada Adinda. O casal teve 5 filhotinhos, sendo que dois deles (Victor e Wilhelmina) foram leiloados na Cidade do Cabo para arrrecadar fundos para o esforço de guerra.

A ficha de Nuisance estava longe de ser exemplar. Além de esquecer de seu passe livre na hora de viajar de trem, de faltar ao serviço sem explicação, perder sua coleira e se recusar a deixar o bar na hora de fechar (às vezes não eram os marinheiros que não queriam ir embora dos pubs...), ele foi condenado a ficar sem seus ossos por sete dias por ter dormido em lugar impróprio: isto é, na cama de um dos sargentos! E mais: brigou com mascotes de outros navios que ancoraram em Simon's Town, resultando na morte de pelo menos dois deles.

Infelizmente, Nuisance se involveu em um acidente que lhe causou trombose, que, gradualmente, foi deixado-o paralisado; então, em 1° de janeiro de 1944, ele foi para a reserva. Sua saúde piorou muito e em 1° de abril foi levado ao Hospital Naval de Simon's Town, onde o cirurgião-veterinário aconselhou que o cão fosse sacrificado — e assim foi feito. No dia seguinte Nuisance foi levado para Klaver Camp; seu corpo foi envolto com a bandeira real naval branca (asteada nos navios da Marinha) e enterrado com todas as honras militares, incluindo salva de tiros e a execução de uma música militar tradicional em funerais humanos.

Seu túmulo é muto bonito (veja a foto no último button acima) e a estátua em sua honra foi erigida em 1985 na Praça Jubilee, em Simon's Town, África do Sul.

Também dois livros já foram escritos sobre sua história: Just Nuisance - Able Seaman Who Leads A Dog's Life, por Leslie Steyn e Just Nuisance AB, por Terence Sisson. E as homenagens não param por aí: o Museu de Simon's Town tem em seu acervo documentos oficiais, a coleira e muitas fotografias de Nuisance, bem como sua história é contada todos os dias para estudantes e turistas do mundo inteiro que visitam a cidade e querem saber mais sobre o amado cachorrão da marinha. Em 2000, aconteceu a primeira Parada do Dia de Comemoração de Just Nuisance, com 26 Dogues Alemães disputando um concurso de sósias. fonte



Photo (statue) © Ian Junor


BANNER

Pal - "The City of York and several area residents, as a tribute to Glatfelter and Pal for their service during the war, and to thank the insurance-company founder for his many contributions to the York community, unveiled a sculpture of Pal during a Veterans Day program at the York Expo Center. Glatfelter appeared stunned — he stared at the image of his dog and held out his hands when Dallastown sculptor Lorann Jacobs unveiled the life-sized statue. It will be placed beside the rail trail. After the program, Glatfelter touched the statue while he talked about Pal. It brings memories back, he said. That dog was a very, very serious part of my life. He was something else." source: Florida Cracker

"A plaque now tells the story of Marine Sgt. Pal, cannonized in this statue on West King Street near the rail trail in York. Background posts: Marine and his dog meet after 60 years and Rail trail ribbons criss crossing York County. A plaque installed last year near the statue of Pal, a member of World War II's Dogs for Defense, answers a key question: Did the local German shepard survive the war? Pal, Glatfelter's pet, was trained as a Marine war dog in World War II. After the war, Art Glatfelter went on to found the mammoth Glatfelter Insurance Agency. Pal was a scout, messenger, stalker and pointer in the Pacific in World War II. As such, he put his life on the line as one of 72 dogs in the 3rd Marine Dog Platoon. The plaque says he was honorably discharged in 1946 with the rank of sergeant." source: York Blog

Português *** Portuguese

Pal - Rail Trail Heritage Park,
York, Pensilvânia, Estados Unidos. Esculpida por Lorann Jacobs, foi inaugurada no Dia do Veterano (novembro) de 2006.


Photo © York Blog



PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO PICTURE *** FOTO waymarking.com

BANNER


Smoky - Yorkie Doodle Dandy and Dogs of All Wars - A Yorkshire Terrier, Smoky became famous for having accompanied her master — Corporal William A. Wynne — in the battle field during World War II.

In 1996, Bill wrote a memoir book entitled Yorkie Doodle Dandy; read the complete story here.

There is an earlier monument in her honor, also in Cleveland, at the Eastlake Doggy Park; it has a small picture of Smoky and a plaque that reads: World War II's littlest soldier and most famous war dog.

***I, Gisele, am pround to say that Mr. Wynne signed My Anton's Guestbook!***

Português *** Portuguese

Smoky - Yorkie Doodle Dandy e Cães de Todas as Guerras - Esta Yorkshire Terrier ficou famosa por ter Smoky em carne e ossoservido na Segunda Guerra Mundial. A cadelinha foi encontrada em 1944 por um soldado americano em uma trincheira abandonada, nas florestas da Nova Guiné; inicialmente, acharam que ela devia pertencer aos japoneses, mas quando levada para um campo de prisioneiros próximo, ela não entendeu nenhum comando em japonês, bem como não parecia entender o inglês dos americanos - o mistério só foi solucionado após sua morte:

O obituário de Smoky foi publicado no jornal The Plain Delaer (onde Bill Wynne trabalhava como fotógrafo). Grace Guderian leu, e telefonou para Bill para contar que, em 1944 ela era Tenente, servindo como enfermeira na Nova Guiné, e que ganhou de Natal uma Yorkshire Terrier do noivo, a qual batizou Christmas. No entanto, a cadelinha acabou se perdendo, em um local próximo de onde foi encontrada pelo soldado americano; Bill havia notado que à palavra Christmas (Natal), Smoky reagia com entusiasmo. Coincidências: durante a Guerra, Smoky ganhou um concurso de fotografia promovido por uma revista australiana e, como parte do prêmio, Bill recebeu várias edições; na capa de uma delas, uma foto de ninguém menos do que Grace se casando! E tem mais: ela e o marido, anos mais tarde, acabaram indo morar em Cleveland, a apenas alguns quarteirões de Bill...

Smoky acabou sendo vendida para o Cabo William A. Wynne, passando a acompanhá-lo em pleno campo de batalha — Bill  servia no esquadrão aéreo de reconhecimento fotográfico e Smoky sempre saía em missão junto com ele, bem acondicionada em sua mochila. Além disto, a cachorrinha dormia com ele em sua tenda, bem como dividia as refeições com o rapaz.

Nas horas de folga, Smoky aprendeu vários truques e costumava entreter tropas da Austrália até a Coréia. Terminada a guerra, Bill voltou para casa, em Cleveland, levando Smoky com ele. Nos Estados Unidos, a história dos dois foi contada em um jornal e Smoky acabou se tornando famosa (e, como diz o subtítulo do livro de memórias Yorkie Doodle Dandy escrito por Bill, "a outra mulher War
Memorialera realmente uma cadela", deixando a esposa Margie um pouco enciumada com a atenção dedicada ao animalzinho...).

Nos 10 anos seguintes, a cachorrinha e seu dono viajaram por todo país fazendo apresentações, aparecendo em programas de TV, entretendo veteranos de guerra em hospitais e trabalhando em Hollywood. Até que em 21 de fevereiro de 1957, aos 14 anos (aproximadamente) e já aposentada, Smoky morreu.

No Dia do Veterano de 2005, comemorado nos EUA em 11 de novembro, foi inaugurado um monumento no Cleveland Metroparks, na Reserva de Rocky River, em Ohio; a escultura — esculpida por Susan Bahary — apresenta Smoky sentadinha dentro de um capacete de guerra. Existe ainda um outro monumento em sua honra, mais antigo, no Eastlake Doggy Park, no subúrbio de Cleveland, onde, além de uma pequena foto de Smoky, se lê numa placa: O menor soldado da Segunda Guerra Mundial e o mais famoso cão de guerra.

***Mr. Wynne assinou o Livro de Visitas do Meu Anton!!!!!!



Read about Sallie and Little Joe here
Leia sobre Sallie e Little Joe 
aqui


BACK

VOLTAR