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Maida - Favorite dog of Scottish writer and poet Sir Walter Scott. Maida (named after the Battle of Maida), was a gift to him in 1816. On a letter, Sir Scott wrote: the large one was a stag-hound of the old Highland breed, called Maida, and one of the handsomest dogs that could be found; it was a present to me from the chief of Glengarry*, and was highly valued, both on account of his beauty, his fidelity, and the great rarity of the breed.

*Alasdair Ranaldson MacDonell of Glengarry?

According of Stanley Coren (author of The Pawprints of History), Maida was a cross between a Wolfhound and a Scottish Deerhound. Maida was a male, although in an article published in 1898 (
Sir Walter Scott's Dogs), Maida is referenced as being female. The dog is buried at Abbotsford House. The epitaph for his/her grave, by John Gibson Lockhart, reads:

Maidae marmorea dormis sub imagine;
Maida, Ad ianuam domini sit tibi terra levis.

translated into English by Sir Scott:

Beneath the sculptured form which late you wore
Sleep soundly, Maida, at your master's door.



"Maida was Sir Walter's favourite dog, and is shown with Sir Walter in both the portrait of him by Raeburn, and on the Scott Monument in Edinburgh. This statue was carved from life by John Smith, and is mentioned in his diary: he began the statue on 25th December 1823, and the next day remarked 'on figure of dog all day. Had person to hold him'. It was finally completed and put in position on 12th Feb 1824. Maida died soon afterwards and is buried underneath. Further details of the objects in the courtyard are to be found in the Abbotsford Guide Book." source

"Near the front porch stands a mounting block or ‘louping-on-stane’ (Brown (ed.) 2003, 132) in the form of a recumbent statue of Maida, Scott’s favourite dog (a wolf-greyhound), carved by John Smith. When Maida died in 1824, he was buried beneath the stone and the Latin memorial inscription was added, composed by Lockhart with grammatical inaccuracies which were reported in the national press, such was the interest in Scott’s every action."  source



Read about the statues of Sir Walter Scott with Maida
here
See paintings with Sir Scott and Maida here
You can read further information about Sir Scott's relationship with his dogs in the book The Pawprints of History.


Português *** Portuguese

Maida - Mascote favorito do escritor e poeta escocês Sir Walter Scott. Ele ganhou Maida em 1816; o nome do cão foi uma homenagem à Batalha de Maida, uma vitória dos britânicos sobre o Primeiro Império Francês em 4 de julho de 1806, perto da cidade de Maida, Itália. Em uma carta, Sir Scott escreveu: o maior era um cão de caça de uma antiga raça das terras altas da Escócia, chamado Maida, um dos mais belos cães que se podia encontrar; foi um presente do chefe do clã [MacDonnell of] Glengarry*, e tinha muito valor, tanto pela sua beleza, sua fidelidade, bem como pela raridade da raça.

*Alasdair Ranaldson MacDonell of Glengarry?

John Smith começou a esculpir  no dia 25 de dezembro de 1823 (segundo o que escreveu em seu diário); e a obra foi colocada no lugar onde está até hoje — na Abbotsford House (antiga residência de Sir Scott), em Melrose, Escócia — em 12 de fevereiro de 1824. Maida "posou" para Smith, pouco antes de morrer. Maida foi então enterrado em baixo da escultura. O epitáfio, escrito por John Gibson Lockhart, diz:

Maidae marmorea dormis sub imagine;
Maida, Ad ianuam domini sit tibi terra levis.


Photos © Jeanette McWhinnie




Leia sobre as estátuas de Sir Walter Scott com Maida aqui
Veja belos quadros de Sir Scott e Maida aqui






Malchik/Compassion - Malchik was a stray dog who wandered on the metro station Mendeleyevskaya of the Serpukhovsko-Timiryazevskaya Line of the Moscow Metro and he was cherished by passengers and metro workers alike. One day the beloved dog's path crossed, in a pedestrian underpass, with schizophrenic Yulia Romanova, who stabbed the dog with a kitchen knife in broad daylight, after Malchik (who defended his territory against drunks and other dogs) growl at her and her Staffordshire Bull Terrier. Romanova was arrested, tried, and underwent one year of psychiatric treatment.

After his tragic death, a
group of national artists asked the head of metro Dmitry Gaev to support the idea of erecting a monument to him. They start a campaign to raise money, and they were very successful — not just did people from Russia contributed, but also people all over the world.

The bronze statue
on a pedestal of monolithic serpentine (world's first stray dog monument) was unveiled at the entrance to Mendeleyevskaya on the last day of the Dog year; the pedestal inscription reads: Dedicated to humane attitudes to stray animals.

Muscovites love their stray dogs — there is even a website dedicated to the subway dogs. Read this interesting article: Evolution or De-Evolution: The Metro Dogs of Moscow.

Português *** Portuguese

Malchik/Compaixão - Era um cãozinho vira-lata que costumava perambular pela estação de metrô russa Mendeleyevskaya, em Moscou; tanto os funcionários quanto os passageiros gostavam muito de Malchik. Infelizmente, um dia seu caminho cruzou com o de Yulia Romanova, uma jovem esquizofrênica — e ela o esfaqueou até a morte, com uma faca de cozinha, em plena luz do dia. O motivo? Malchik, querendo defender seu território, rosnou para ela e para o seu Staffordshire Bull Terrier. Yulia foi presa, julgada e senteciada a um ano de tratamento psiquiátrico.

Após sua trágica morte, um grupo de artistas procurou o diretor do metrô e pediu a ele o apoio para a feitura de uma estátua em homenagem ao cãozinho. A ideia deu tão certo, que até mesmo pessoas de outros países contribuíram para que o projeto se realizasse.

A estátua de bronze, em um pedestal de
serpentina monolítica (o primeiro do mundo em homenagem ao cão de rua), esculpida por Alexander Tsigal e entitulada Compaixão, foi inaugurada em 17 de fevereiro de 2007 (último dia do ano do Cão) na entrada da estação Mendeleyevskaya. A inscrição em sua base diz: Dedicada à promoção de uma atitude mais humanitária para com os animais de rua.

Os moscovitas amam os cães de rua; eles são muito agradecidos a esses animais que mantêm as ruas limpas, consumindo restos de alimentos, e livres de ratos. Existe até um website dedicado aos cães que vivem nas estações de metrô.*


*Está estátua foi a 100ª catalogada por mim (em 22 de junho de 2008). Eu a dedico ao meu querido cachorrinho Mostarda, um vira-lata que chegou de mansinho, roubou meu coração e foi-se embora, deixando um vazio enorme e muitas saudades. Gisele



Marilyn

Marilyn - Shiro's girlfriend; read their love story here.

Português *** Portuguese

Marilyn - Cadelinha japonesa, namorada de Shiro. Leia sobre a história de amor entre os dois cães aqui.





1 - oregongarden.orgMax - According to artist Jim Gion, "Max was an old yellow lab who lived on a farm in Silverton, he was a bit infirm at the time I made the piece but still had a great attitude. He was at the end of his tenure as a dog but seemed quite at peace and satisfied with himself for having lived a long and fulfilling doggy life."

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Max - Estátua em bronze no Oregon Garden, em Silverton, Oregon, Estados Unidos, esculpida por Jim Gion. De acordo com o artista, Max era um Labrador idoso que morava em uma fazenda em Silverton. Quando posou para a escultura, estava já meio doentinho, mas ainda tinha muita alegria de viver.

Photo 1 © oregongarden.org
Photo 2



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Moro - Statue in memory of Moro, the dog who used to follow funeral processions in Fernán Núñez, Spain.


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Moro - Homenagem ao cão que costumava acompanhar os enterros até o cemitério no município de Fernán Núñez, província de Córdoba, comunidade autônoma da Andaluzia, Espanha; estátua esculpida por Juan Polo Velasco, nascido em 1923 em Fernán Núñez.



Photo © culturandalucia.com/





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by ukpidgeon/Philip NaylorNipper - Was born in Bristol, England, in 1884. In 1887, his owner Mark Henry Barraud died and Nipper went to live with Mark's brother, painter Francis Barraud. Francis ended up painting a work that made the dog famous, Dog Looking and Listening to a Phonograph (see it here) — after selling it to the Gramophone Company, Nipper became part of one of the most well-known commercial logos in the world, His Master's Voice.

Nipper died in 1895 and was buried in Kingston upon Thames, London; nowadays, the site is occupied by a Lloyds TSB building; on entrance, a brass plaque is displayed remembering the dog.


Português *** Portuguese

Nipper - Nasceu em Bristol, Inglaterra, em 1884. Em 1887, seu dono, Marl Henry Barraud, morreu e Nipper foi então viver com o irmão de Mark, o pintor Francis Barraud. Francis achava interessante ver o cãozinho sentar-se curioso ao lado de um fonógrafo, escutando o som que dele saía e um dia pintou um quadro da cena, batizando-o de Cão Olhando e Escutando um Fonógrafo (veja a foto aqui). Francis acabou vendendo este quadro para a Gramophone Company, e Nipper tornou-se então estrela de um dos mais famosos logotipos de todos os tempos, da His Master's Voice (A Voz de Seu Mestre), relacionada a produtos da área musical (RCA por exemplo). Nipper morreu em 1895 e foi enterrado em Kingston upon Thames, Londres, numa área verde muito bonita. Hoje em dia, o terreno é ocupado por uma agência do banco Lloyds TSB; na entrada do edifício há uma placa lembrando que ali está enterrado Nipper. A estátua fica em um edifício em Bristol, Inglaterra.


Photo © Philip Naylor



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Old Drum - Was the center of a lawsuit in Warrensburg, Missouri, USA, on September 23, 1870; the dog was the best hunting dog of a local farmer and was killed by a neighbor; he accused the dog of killing his sheep. In court, the farmer's lawyer, George Graham Vest, delivered an emotional speech — Eulogy of the Dog — exposing dogs as "man's best friends".


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Old Drum - "Velho Tambor" foi o centro de um processo judicial ocorrido em Warrensburg, Missouri, Estados Unidos, em 23 de setembro de 1870. Ele era o melhor cão de caça de um fazendeiro local e foi morto a mando do vizinho que achava que o cão era responsável pela morte de suas ovelhas. Processado, teve que ouvir no Tribunal o discurso do advogado do fazendeiro, George Graham West, que arrancou lágrimas dos jurados e cunhou a célebre frase "o cão é o melhor amigo do homem": Tributo a um Cão. A estátua de Old Drum, inaugurada em 1958, fica em frente ao Tribunal de Justiça de Warrensburg.


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Old Shep - Was a faithful dog who kept vigil, at first, outside the hospital his owner had been hospitalized, and later, at the train station in Fort Benton, Montana, for five and a half years, waiting patiently the return of his beloved friend — whose body had been sent away by relatives, in August, 1936. Old Shep died on January 12, 1942. His collar and bowl are at the Museum of the Upper Missouri.


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Old Shep - Em agosto de 1936 um pastor foi hospitalizado em Fort Benton, Montana, Estados Unidos; do lado de fora do hospital, seu fiel Border Collie esperou ansiosamente pela recuperação de seu dono, o que, infelizmente, não aconteceu. Por decisão da família, o corpo do pastor deveria ser enterrado em outra cidade; assim sendo, o caixão foi levado até a estação de trem, com o fiel amigo canino logo atrás. Porém, como não foi permitido ao cão (mais tarde batizado de Old Shep, Velho Pastor) embarcar no trem, só restou ao animal ficar na estação numa vigília constante — durante cinco anos e meio Old Shep saudou cada passageiro que  desembarcava, na esperança de reencontrar-se com seu amigo. A incansável espera de Old Shep só terminou com sua morte, em 12 de janeiro de 1942; ele foi enterrado em uma colina com vista para a estação de trem.

A história de Old Shep espalhou-se pelo mundo — em plena Segunda Guerra Mundial, jornais como o London Daily Express e o New York Times fizeram matérias sobre o cão; ele foi tema do programa Ripley's Believe It Or Not (Acredite Se Quiser) e sua morte foi divulgada pelas agências de notícias Associated Press/AP e United Press International/UPI.

Em junho de 1995, uma estátua de bronze de Old Shep, esculpida por Bob Schriver, foi erigida na histórica barragem de Fort Benton; sua coleira e tigela estão no Museum of the Upper Missouri.



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Patsy Ann - Bull Terrier born in Portland, Oregon, on October 12, 1929; a puppy yet, she went to live in Juneau, Alaska. Although quite deaf, Patsy always could tell when ships were arriving at the port — before they were at sight — and loved to salute the visitors. Because of that, the mayor granted her the title "Official Greeter of Juneau" in 1934. Patsy was very much loved, and, when she died in March 30, 1942, a small coffin with her body was lowered into Gastineau Channel, a ceremony witnessed by many people. A book — Patsy Ann — telling her story was written by Carl Burrows, resident in Juneau.

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Patsy Ann - Bull Terrier, nasceu em Portland, Oregon, EUA, em 12 de outubro de 1929 e foi ainda filhote para Juneau, no Alasca. Apesar de ser surda como uma porta, Patsy de algum modo conseguia prever a chegada dos navios ao porto bem antes que eles Real Patsy Annestivessem à vista e então corria para saudar os viajantes. Por causa disto, em 1934 o prefeito a nomeou "Saudadora Oficial de Juneau".

Com o passar dos anos, Patsy diminuiu o ritmo por causa do reumatismo causado pelos mergulhos nas águas geladas do Canal Gastineau e por ter ficado um pouco gorducha — tinha muitos amigos que lhe forneciam boa e farta alimentação.

Morreu em 30 de março de 1942; um pequeno caixão com seu corpo desceu ao fundo do Gastineau Channel, tendo seu funeral sido assistido por muitas pessoas. Cinqüenta anos após sua morte, em 3 de julho de 1992, a estátua de Patsy Ann — esculpida por Anna Burke Harris —  foi inaugurada no porto onde ela costumava ficar; Patsy continua a receber os turistas que chegam à cidade. Também um livro foi publicado contado a história da cadelinha — Patsy Ann, escrito por um morador de Juneau, Carl Burrows.


Phantom - Beloved Cocker Spaniel of Harvard University president Abbot Lawrence Lowell. The statue of Phantom was given to Lowell when he retired, by the class of 1933 (the dog had died earlier in the year), and is now part of the Harvard University Portrait Collection; it sits by the fireplace in the Senior Common Room at Lowell House. Source

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Phantom - Adorado cachorro de Abbot Lawrence Lowell, presidente da Universidade Harvard. Chegou a ficar mais conhecido no campus do que o próprio dono — certa vez, um calouro se aproximou dele com Phantom nos braços, e, nervoso e apressado, disse que precisava falar com o presidente Lowell pois havia encontrado o cachorro dele e queria devolvê-lo... Uma segunda vez, Lowell estava sendo impedido de entrar em um dos prédios de Harvard até que o porteiro viu Phantom e pediu desculpas porque "não havia notado o cãozinho" e isso o confundiu!

Quando Lowell se aposentou, a turma de 1933 o presenteou com uma escultura de bronze de Phantom (criada por Bashka Paeff). A estátua, que faz parte da Coleção de Retratos da Universidade de Harvard, fica ao lado da lareira da sala comunitária, na Lowell House. Phantom morreu em 1933.


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